Louro-vermelho

  • Nome Científico:

    Nectandra rubra (Mez) C.K. Allen.

  • Família:

    Lauraceae

  • Outros Nomes:

    Canela-vermelha, gamela, louro, louro-canela, louro-gamela, louro-mogno, louro-rosa. Nomes internacionais: determa, grignon franc, grignon rouge, louro vermelho, red louro, red wood, wana, wane.

  • Maior ocorrência:

    Brasil: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Rondônia. Outros países: Guiana, Guiana Francesa, Suriname.

  • Características Gerais:

    Moderadamente pesada; cerne marrom-amarelado-claro, pouco diferenciado do alburno estreito. Grã direita ou revessa, textura média, brilho moderado, cheiro característico adocicado quando recém-cortada, imperceptível quando seca.

  • Durabilidade:

    É considerada moderadamente resistente ao ataque de organismos xilófagos (fungos e cupins).

  • Preservação:

    Por apresentar vasos obstruídos por tilos e óleo-resina, mesmo sob pressão, deve apresentar baixa permeabilidade às soluções preservativas.

  • Trabalhabilidade:

    Fácil de ser trabalhada, tanto com ferramentas manuais como com máquinas. Não apresenta problemas de colagem e o acabamento é considerado bom. É fácil de serrar, aplainar, laminar, faquear, tornear, colar, parafusar e pregar.

  • Secagem:

    A secagem ao ar lenta e dificultada pela presença de óleos essenciais. Não apresenta problemas com empenamentos e rachaduras. Secagem em estufa também muito lenta, apresentando tendência a encanoamento e torcimento.

  • Aplicações:

    Por ser de aspecto agradável, resistência mecânica de valor médio e retratibilidade média, é indicada para fabricação de móveis, folhas faqueadas; em construção civil, como ripas, caibros, compensados, tábuas, rodapés, molduras, venezianas e outros.

  • Fonte:

    IPT (1989); IBAMA (2002)

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Produto: LAMINA-DE-LOURO-VERMELHO